- Queremos viver sem amarras, âncoras ou jaulas.
- Somos contra as expectativas altas e o peso nos ombros.
- Somos a favor das risadas, da espontaneidade e do bom humor.
- Somos contra as cobranças e as inseguranças excessivas.
- Somos a favor de relações humanas mais leves e sinceras.
- Somos contra qualquer "ismo" que machuque ou pese: machismo, egoísmo, romantismo...
- Somos completamente a favor das declarações públicas de amor, mas muito mais a favor do carinho diário, íntimo.
- Somos absolutamente contra os ciúmes e a inveja.
- Somos a favor da bondade, do zelo e do cuidado.
- Somos contra planos imutáveis e ideias engessadas, de qualquer tipo.
- Somos totalmente a favor de independência e da liberdade.
- Queremos deixar que as coisas fluam naturalmente e que a vida siga tranquilamente.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Manifesto pela leveza
terça-feira, 28 de maio de 2013
Não vivo pela metade
Descobri
que não sei ser mais ou menos. Nunca amei mais ou menos. Nunca namorei
mais ou menos. E não consigo viver mais ou menos.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Injusto
É tão injusto que algumas feridas nunca cicatrizem, nem com um merthiolate daqueles que arrancam lágrimas de dor, nem com um torta inteira de chocolate, nem com um porre daqueles de deixar a cabeça pesando toneladas.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Endurecimento ou amadurecimento.
Para com tanto pessimismo, ouviu certa vez. Você não é assim. Por que agora você nega seus sonhos, sua paixão, suas vontades? Tem gente que nasceu para o amor, e você é uma delas. Não deixe a vida te endurecer.
E ela não conseguiu dormir um minuto sequer pensando naquelas palavras.
Endurecimento ou amadurecimento? Querer que a vida corra leve, com naturalidade, sem pressão, sem estresse, sem grandes expectativas... será que isso é não ser ela, realmente? Será que ela estaria fadada ao peso, às decepções, à ansiedade? Só isso seria natural nela?
Prefere acreditar que não.
Talvez ela simplesmente não consiga colocar em palavras o que sente.
Ela ainda acredita no amor, e espera de que ninguém consiga privá-la disso. Ela ainda se emociona com os filmes água com açúcar. Ela ainda chora de emoção. Ela ainda quer uma história romântica só para ela.
Ela ainda sonha com alguém que a faça feliz, só precisa de alguém disposto a isso.
E ela não conseguiu dormir um minuto sequer pensando naquelas palavras.
Endurecimento ou amadurecimento? Querer que a vida corra leve, com naturalidade, sem pressão, sem estresse, sem grandes expectativas... será que isso é não ser ela, realmente? Será que ela estaria fadada ao peso, às decepções, à ansiedade? Só isso seria natural nela?
Prefere acreditar que não.
Talvez ela simplesmente não consiga colocar em palavras o que sente.
Ela ainda acredita no amor, e espera de que ninguém consiga privá-la disso. Ela ainda se emociona com os filmes água com açúcar. Ela ainda chora de emoção. Ela ainda quer uma história romântica só para ela.
Ela ainda sonha com alguém que a faça feliz, só precisa de alguém disposto a isso.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Chegou a hora
![]() |
| Foto: https://www.flickr.com/photos/xjaysonx |
Todo fim é uma morte, exige um luto lento e dolorido. Exige sofrimento, dor. Uma dor que não dá para
entender o quanto é física, o quanto é emocional, mas dói como uma punhalada, tira
nosso ar e a vontade de acordar no dia seguinte. Exige choro, saudade. Um choro
compulsivo, uma saudade apertada de algo que nunca mais voltará. Um
aperto no peito que oprime, pesa. Exige raiva, revolta, mágoa. Por que comigo?
Por que com a gente? Onde erramos? Impossível não nos enchermos de perguntas
muitas vezes sem respostas. Impossível não querer enganar aquele amor que ainda
está ali, incomodando, com uma raiva cega, irracional. E não adianta querer sair
por aí mostrando que você está bem enquanto seu coração está em pedaços,
ninguém acredita. Nosso coração grita muito mais alto do que imaginamos.
Contudo, todo luto exige, também, uma recuperação. Que dure
meses ou anos, ela precisa chegar. Aquela hora que você olha para dentro de si
e diz: chega! Você chorou, sofreu,
sentiu raiva, maldisse o amor e a paixão, xingou, bebeu e mandou mensagem,
ligou, ficou sem comer e sem dormir. Agora já deu. Chegou a hora de
abrir as janelas do coração, tirar o pó, deixar entrar um ar. Chegou a hora de
arrumar a casa para receber novas visitas. De se olhar no espelho e ver como
você conseguiu se sair bem e muito mais forte de tudo isso. Chegou a hora de
você colocar um vestido florido e sorrir para o mundo.
Pode ser que as feridas ainda não tenham cicatrizado
totalmente e que você ainda derrame algumas lágrimas. Pode ser que você ainda tenha medo de se
deixar viver tudo novamente, de se entregar para alguém, de permitir que uma
nova paixão apareça. Mas isso também vai passar. Enquanto isso, apaixone-se por
si mesma. Quando menos imaginar alguém se apaixona por você e você, olha só,
vai voltar a sorrir como uma boba e sentir aquelas borboletas tão gostosas no
estômago sem nem perceber.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Sonhadora
Era feita de sonhos. Queria ser paquita, promotora, jornalista. Queria ser escritora, fazer política, mudar o mundo. Queria um grande amor, ser mãe, receber flores. Queria declarações apaixonadas, uma casa com cerca branca e um cachorro no jardim. Queria ser mulher, forte, admirada. Queria fazer a diferença em um mundo tão bagunçado. Queria tantas coisas...
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Delicadeza
É a delicadeza que lhe encanta. Os sorrisos sinceros, os olhares brilhantes, os abraços aconchegantes, os silêncios acolhedores. São os detalhes que a fazem sorrir.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Doença incurável
Acordou com muita falta de ar. Peito cheio, cabeça doendo, costas pesadas. Uma gripe que não era gripe, um peso que desconhecia a razão.
Os sintomas iam e voltavam ao longo do dia. O ar faltava e retornava de repente, a dor latejava e melhorava. Ora tinha que conviver com uma euforia estranha, ora com um desânimo inexplicável.
Quando finalmente desacelerou, percebeu o que o mal que lhe acometia era o excesso de sentimentos sufocados dentro do peito. Tantos e tão fortes que não conseguia nem definí-los. Tantos e tão confusos que queria escrever, escrever e escrever... até não restar uma só palavra, uma só sensação que não tenha sido colocada no papel.
Achou melhor parar e dormir, ou aquilo duraria uma madrugada inteira.
Os sintomas iam e voltavam ao longo do dia. O ar faltava e retornava de repente, a dor latejava e melhorava. Ora tinha que conviver com uma euforia estranha, ora com um desânimo inexplicável.
Quando finalmente desacelerou, percebeu o que o mal que lhe acometia era o excesso de sentimentos sufocados dentro do peito. Tantos e tão fortes que não conseguia nem definí-los. Tantos e tão confusos que queria escrever, escrever e escrever... até não restar uma só palavra, uma só sensação que não tenha sido colocada no papel.
Achou melhor parar e dormir, ou aquilo duraria uma madrugada inteira.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
E não tem nada melhor que
Cheiro de terra molhada, dormir de conchinha, panela de
brigadeiro, barulho de cachoeira, banho de sol, noite de samba, risada de
amigo, colo de vó, viagem inesquecível, foto de lomo, corrida de 10 km, horas
de Chico Buarque, maratona de Friends, tattoo nova, luzes no cabelo, caipiroska
de frutas vermelhas, prato predileto, andar descalço na areia, cantar
Evidências no karaokê, roubar no truco, ficar na piscina até enrugar, festival
de rock, beijo roubado, cachorro-quente na rua, contemplar a lua, aula de yoga,
esmalte vermelho, manhã de carnaval, tarde na Disney, noite de jazz, vinho
gostoso, dançar até a perna doer, gosto de paixão, abraço apertado, flores do campo, show dos Los Hermanos, borboletas na barriga, amor platônico, pôr do sol do Arpoador, edredon quentinho, ganhar flores, dar presente legal, fazer novos amigos, usar roupa nova, procurar o coelhinho na lua, fugir da dieta, risada de criança, parque de diversões, tirinhas da Mafalda, olho no olho, amor de irmão, foto espontânea, e-mail inesperado, mensagem de boa noite.
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